Mais tarde, o GMT constante foi reforçado por um linguista e antropólogo americano que utilizou dados de uma tabela de Vênus (espécie de calendário maia), um almanaque que projeta datas relativas aos movimentos de Vênus.
Agora, o livro argumenta que as conversões aceitas de datas do calendário maia para o calendário moderno podem estar erradas em cerca de 50 ou 100 anos. Isso mudaria o suposto e exagerado apocalipse de 2012 para décadas à frente, ou para décadas à trás, além de por em dúvida datas de eventos históricos da civilização maia.
Segundo o autor da crítica, o trabalho de conversão realizado até agora está longe de ser irrefutável. No livro, ele explica porque a aceitação da tabela de Vênus depende da confiabilidade dos dados que corrobora, e afirma que os dados históricos são ainda menos confiáveis do que a própria tabela, e tudo isso põe em dúvida as datas maias estabelecidas.
O autor não tem nenhuma resposta quanto ao que seria a conversão correta do calendário, preferindo concentrar-se nas razões pelas quais a interpretação de datas atual pode estar errada. Ou seja, qual a data certa do fim do mundo, ninguém sabe, mas podemos ficar tranquilos – não parece ser em 2012.
Putz, não sei se é uma ou mais pessoa, mais o blog está daora !!
ResponderExcluirLi todos os posts q vcs deram no blog e as páginas, parabéns !!!
Hehe, é duas pessoas, BD e EG
ResponderExcluir